Era um dia chuvoso e escuro, onde descansava um homem doente, com sua filha preocupada. Ela não entendia o que acontecia. Como o pai ficará doente? Será isso um resfriado? Não, era mais do que isso, tinha alguma coisa estranha em sua voz, em seu jeito, como agia, ele estava... diferente, talvez pelo o fato de não saber o que poderia acontecer, ou pelo acontecimento que mudou totalmente a sua vida.
Mo não comia, quando conseguia dormir acordava a noite gritando como se um fantasma estivesse silenciando o seu coração.
Como Meggie estava nervosa, não sabia o que fazer, gritaria como ele ou ficaria no silencio eterno ao seu lado? Essa angústia partia o seu pobre coração de filha, tão grande e barulhento perto de um coração tão grande, mas mesmo assim tão quieto.
“Filha, não se preocupe! Logo estarei bem, e poderemos correr e brincar como antes!”- Era o que ele dizia, mas quando seria esse logo? Esse logo seria demorado ou seria rápido como a tristeza que invadia o seu coração?
Ela não queria que ele morresse, não, ela o queria vivo, como antes, quando eles ainda liam juntos na frente da lareira, ou quando ele contava-lhe histórias lindas sobre Nangyala. Ah como era bom, essa sensação dele ao seu lado, o coração ainda tão bonito e forte. Mas agora ele estava ali, deitado, cansado, perto da morte:
-Filha, está vendo esse quadro? Foi sua mãe que pintou, ficamos parados por horas na frente do espelho, para ela conseguir terminar, mas mesmo assim ficou faltando uma parte, ela ia terminar bem na noite em que... -Mo não respondeu, não gostava de falar na morte da mãe de Meggie mesmo ela não sabendo a verdade, mas ela terminou a sua frase assim mesmo.
-... Quando mamãe desapareceu.
Ele olhou para ela com uma expressão ausente.
-Mo,quando a mamãe vai voltar?
Mo respirou fundo antes de começar a falar.
-Bem... Meggie eu não queria te contar, mas eu acho que você já esta grandinha,certo?
Meggie fez que sim com a cabeça
-Está bem, como você já sabe estávamos terminando esse quadro em quanto você estava viajando com a sua tia, - fazia pouco tempo que a sua mãe tinha morrido, mas mo só dissera a Meggie que ela tinha ido viajar e não voltara. - sua mãe saiu para comprar mais tinta, enquanto eu fiquei em casa escrevendo uma carta para você. Ainda me arrependo de não ter ido com ela, mas ainda não tem como voltar no tempo. Depois de uma hora, achei estranho ela ainda não ter voltado para casa, e liguei para o seu celular, mas ela não atendia, entrei em pânico, pedi para a sua tia tomar conta de você quando você voltasse, e fui atrás dela. Depois de 3 meses me ligaram, e falaram que aviam encontrado seu corpo no lixo atrás da loja de tintas. Eu não consegui agüentar, e imaginei que você também não conseguiria por isso não te contei nada, sinto muito meggie!
Mo parecia tão sincero em cada palavra que saia da sua boca, e tão triste. Resa, como ela sentia falta de sua mãe. Todos falavam que ela era idêntica a ela, e que se não tivesse os olhos e o sorriso do pai, seria a cópia perfeita de Resa. Meggie gostava disso, ser parecida com a mãe, e ter as características mais bonitas do pai, mas mesmo assim começou a chorar.
-Mo- disse ela – Vamos encontrar ela de novo?
-Claro Meggie , você não lembra das histórias de Nangyala?
Sim, ela se lembrava. Lembrava-se claramente quando o seu pai contou-lhe pela primeira vez sobre Nangyala,como ele a descrevera.Como ela queria visitar sua mãe naquele lugar maravilhoso, onde os rios possuíam cristais e peixes que voavam, onde as árvores eram tão grandes que encostavam no céu,onde existia fadas azuis e homens de vidro de todas as cores.”Pelo menos sua mãe está em um bom lugar” pensou meggie , e lá nada de ruim pode acontecer a ela.
-Mo, você não vai visitá-la agora, não é?
-Não sei meggie, sinceramente eu não sei.

Guuys essa é uma história que eu fiz, espero que gostem !
Beijoos luu <3
Mo não comia, quando conseguia dormir acordava a noite gritando como se um fantasma estivesse silenciando o seu coração.
Como Meggie estava nervosa, não sabia o que fazer, gritaria como ele ou ficaria no silencio eterno ao seu lado? Essa angústia partia o seu pobre coração de filha, tão grande e barulhento perto de um coração tão grande, mas mesmo assim tão quieto.
“Filha, não se preocupe! Logo estarei bem, e poderemos correr e brincar como antes!”- Era o que ele dizia, mas quando seria esse logo? Esse logo seria demorado ou seria rápido como a tristeza que invadia o seu coração?
Ela não queria que ele morresse, não, ela o queria vivo, como antes, quando eles ainda liam juntos na frente da lareira, ou quando ele contava-lhe histórias lindas sobre Nangyala. Ah como era bom, essa sensação dele ao seu lado, o coração ainda tão bonito e forte. Mas agora ele estava ali, deitado, cansado, perto da morte:
-Filha, está vendo esse quadro? Foi sua mãe que pintou, ficamos parados por horas na frente do espelho, para ela conseguir terminar, mas mesmo assim ficou faltando uma parte, ela ia terminar bem na noite em que... -Mo não respondeu, não gostava de falar na morte da mãe de Meggie mesmo ela não sabendo a verdade, mas ela terminou a sua frase assim mesmo.
-... Quando mamãe desapareceu.
Ele olhou para ela com uma expressão ausente.
-Mo,quando a mamãe vai voltar?
Mo respirou fundo antes de começar a falar.
-Bem... Meggie eu não queria te contar, mas eu acho que você já esta grandinha,certo?
Meggie fez que sim com a cabeça
-Está bem, como você já sabe estávamos terminando esse quadro em quanto você estava viajando com a sua tia, - fazia pouco tempo que a sua mãe tinha morrido, mas mo só dissera a Meggie que ela tinha ido viajar e não voltara. - sua mãe saiu para comprar mais tinta, enquanto eu fiquei em casa escrevendo uma carta para você. Ainda me arrependo de não ter ido com ela, mas ainda não tem como voltar no tempo. Depois de uma hora, achei estranho ela ainda não ter voltado para casa, e liguei para o seu celular, mas ela não atendia, entrei em pânico, pedi para a sua tia tomar conta de você quando você voltasse, e fui atrás dela. Depois de 3 meses me ligaram, e falaram que aviam encontrado seu corpo no lixo atrás da loja de tintas. Eu não consegui agüentar, e imaginei que você também não conseguiria por isso não te contei nada, sinto muito meggie!
Mo parecia tão sincero em cada palavra que saia da sua boca, e tão triste. Resa, como ela sentia falta de sua mãe. Todos falavam que ela era idêntica a ela, e que se não tivesse os olhos e o sorriso do pai, seria a cópia perfeita de Resa. Meggie gostava disso, ser parecida com a mãe, e ter as características mais bonitas do pai, mas mesmo assim começou a chorar.
-Mo- disse ela – Vamos encontrar ela de novo?
-Claro Meggie , você não lembra das histórias de Nangyala?
Sim, ela se lembrava. Lembrava-se claramente quando o seu pai contou-lhe pela primeira vez sobre Nangyala,como ele a descrevera.Como ela queria visitar sua mãe naquele lugar maravilhoso, onde os rios possuíam cristais e peixes que voavam, onde as árvores eram tão grandes que encostavam no céu,onde existia fadas azuis e homens de vidro de todas as cores.”Pelo menos sua mãe está em um bom lugar” pensou meggie , e lá nada de ruim pode acontecer a ela.
-Mo, você não vai visitá-la agora, não é?
-Não sei meggie, sinceramente eu não sei.
Guuys essa é uma história que eu fiz, espero que gostem !
Beijoos luu <3
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